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sábado, 29 de maio de 2010
Bloco de notas: "Parabólicas"
terça-feira, 18 de maio de 2010
Post de aniversário
"Here Comes the Sun" was written at the time when Apple was getting like school, where we had to go and be businessmen: 'Sign this' and 'sign that'. Anyway, it seems as if winter in England goes on forever, by the time spring comes you really deserve it. So one day I decided I was going to sag off Apple and I went over to Eric Clapton's house. The relief of not having to go see all those dopey accountants was wonderful, and I walked around the garden with one of Eric's acoustic guitars and wrote "Here Comes The Sun"The Beatles Anthology. San Francisco: Chronicle Books.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Tempestade
And if the day won't last
And if your way should falter
Along the stony pass
It's just a moment
This time will pass"

quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sobre Chaplin e Chespirito

Trecho da entrevista do psicanalista ao ESTADÃO:O livro, escrito em forma narrativa, é baseado em extensa pesquisa sobre a vida pessoal de Chaplin. De onde surgiu tamanho interesse?
Mesmo hoje em favelas do Rio, nos bairros de Los Angeles ou nas favelas de Mumbai e Soweto, há crianças emocionalmente resistentes como Charlie Chaplin. Como psicanalista, me emociono e fascino pela histórias de crianças carentes incrivelmente dotadas que, de alguma maneira, conseguem sobreviver às adversidades, evitando o papel de vítimas e crescendo para se tornar adultos de sucesso, que conquistam o que querem. Criado em meio a uma pobreza dickensiana no fim do século 19, Chaplin perdeu a mãe para a loucura e o pai para o alcoolismo. Às vezes dormia nas ruas e, com fome, buscava comida na lata do lixo. Durante um período de 18 meses que passou em um orfanato, quando tinha 7 anos, Charlie lidou com seu medo e solidão interpretando papéis em um mundo de fantasia no qual ele já era "o maior ator do mundo". Escrevi o livro para tentar descobrir como uma criança de imaginação incrível conseguiu levar à vida adulta e adaptar a ela aquele sonho acordado da infância. Chaplin literalmente foi da pobreza ao status de mais famoso ser humano de todo o mundo. Ou, como um resenhista do livro colocou, "Chaplin não era apenas grande, era gigantesco. Em 1915, ele irrompeu em um mundo marcado pela guerra oferecendo o dom da comédia, do riso e do alívio. Ao longo dos próximos 25 anos, durante a Grande Depressão e a ascensão de Hitler, continuou seu trabalho. É difícil que outro indivíduo tenha dado tanto entretenimento, prazer e alívio para os homens quando eles mais precisaram".


